MARAVILHOSAAAAAAAAAA!!!!!

A incrível Maria Alcina no show que ela fez na Praça da República após a parada gay de 2004.
beijaços

Copacabana parou só pra ver o beijo das princesas.

E a paulicéia ficou passada com o beijo dos gatões.
Escrito por pedro Stephan às 13h07
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Essa foto está toda "errada" do ponto de vista de quem edita uma revista de nus, cortei a cabeça do modelo, cortei o pau dele, mas do ponto de vista artístico é ótima, tem um enquadramento ousado, que realça a expressão sexualmente provocativa dos modelos. Os "erros" podem ser acertos.
Escrito por pedro Stephan às 13h01
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Leo el toro, o gatinhow electro que eu fotografei no Hopi. Era o gay day mas ele e a namorada não sabiam e foram, melhor pra nós todos, pois eles dois eram LINDOS, e foram super gracinha topando posar pras minhas fotos.
Escrito por pedro Stephan às 12h56
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A TURMA OK

Foto que eu fiz pra minha grande matéria sobre a Turma OK que foi editada no Mix Brasil. Eram tres reportagens, a primeira é a matéria de texto corrido sobre a Turma OK, a segunda é uma entrevista com 3 senhores septuagenários frequentadores da Turma, que contam como é ser homossexual dos anos 40 até os dias de hoje. E a terceira é sobre uma travesti da turma OK que é pai de uma garota douns 20 anos, que também frenquenta o clube e participa das dublagens. Foi um furo de reportagem, completíssimo pois fiz texto e imagem, e fiquei feliz por ter lançado a Turma OK pro grande público.

Uma parte dos frequentadores da Turma OK são de pessoas que trabalharam ou trabalham no show business, tv, teatro, publicidade, moda etc. Por isso de vez em quando eles fazem uns shows ali naquele palquinho, como foi esse que eu cliquei, com cenas dos musicais de cinema, incríveis.
MAS nos dias comuns a onda é outra: quem estiver afim de botar uma perucona e subir no palco e dublar seja lá o que for tá livre para isso. Então pode ser tudo: um mico , uma chatice ou revelação de novos talentos. Pra quem nunca foi, e quer conhecer, o legal é ir nos dias de shows especiais.

Muitas garotas hetero frequentam a casa e participam dos shows de dublagens, são todas maravilhosas.
Escrito por pedro Stephan às 12h41
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Enquanto se dirige à banda de Ipanema, elazinha se pergunta:
Será que eu serei a dona dessa festa/ a rainha/ no meio de uma gente tão modesta?

Arrasa fia!!!!
Escrito por pedro Stephan às 12h29
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Síndrome de Corrida Maluca.
Estamos vivendo nesses últimos anos, (aliás, desde o início do governo Bush, que assumiu o poder roubando as eleições americanas), um VALE TUDO cuja causa básica é um neocapitalismo predador, sujo, e perigoso, que vai levar o mundo inteiro à guerra, destruição e favorecer toda sorte de fascismo e fundamentalismos.
Isso certamente vai acontecer de mais cedo ou mais tarde, do mesmo modo como o capitalismo selvagem do final do séc.IX início do séc. XX levou por duas vezes o mundo inteiro á guerra.
Essa velha “nova ordem” em que um país desrespeita a comunidade internacional e a soberania dos outros países e invade, explora, massacra outros povos é um péssimo exemplo. Tanto para o macrocosmo da política e da economia entre os países, quanto no microcosmo das pequenas relações de todos nós no dia-a-dia.
Se o que funciona é chegar na mão grande, dar um murro na porta e arrancar tudo o que tem dentro, por que as pessoas devem agir dentro da lei? Que lei é essa que só funciona pro pequeno, enquanto as pessoas na política e nos negócios mentem, roubam, matam, exploram e ainda saem por cima?
O resultado é que instaurou-se em nossa sociedade um vale-tudo no plano pessoal. Acho que nunca em toda minha vida vi tanto cinismo, cafajestismo, ganância, oportunismo barato e desrespeito ao profissional e ao trabalho como foi neste ano. Nunca.
Isso me lembra aquele desenho animado da minha infância chamado “ Corrida Maluca” onde os bonecos, todos participantes de um rallye, tentam o tempo todo passar a perna uns nos outros. Um deles, o Dick vigarista, ao invés de se dedicar a ser o melhor, a lutar e tentar vencer por seus méritos, estava sempre muito preocupado em sabotar os outros concorrentes, aprontar toda a sorte de trapaças para ficar por cima.
Foi isso que vi e vivi o ano inteiro. Um jogo baixo de gente medíocre, destalentada, sem imaginação. Acho que o sub-filme Alien x Predador é uma metáfora desse lixo ideológico: os mocinhos desapareceram, ninguém tem razão alguma, nenhuma ideologia, o único desejo é de vencer usurpando e dominar.
Agora é bandido contra bandido, qualquer um dos dois que vença será pior para todos, e a guerra é a mais suja possível, usando todos os meios.
Essa é a realidade que estamos vivendo, e quem não sai na porrada pra defender o que é seu, já de cara fica por baixo ou é subjugado.
Mas o pior de tudo é que um cenário destes é propício a toda a sorte de fundamentalismos e discursos moralistas, instauração de “movimentos nacionalistas” fascistóides, que se alimentam da injustiça e que querem “purificar” as raças, a cultura e o estado, mas que se florescerem com certeza trarão extermínio, a exclusão, a ditadura e a perseguição, de uma maneira muito pior do que aquilo que criticam agora.
Escrito por pedro Stephan às 11h37
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Este é realmente um nu, um verdadeiro nu que desvenda a alma do modelo, as cicatrizes da sua alma, amo essa foto mas perdi a referencia do nome da fotografa que trabalha com polaróides grande formato.
Na foto Allen Ginsberg, poeta, ativista pacifista, militante gay, um dos mentores ainda nos anos 50 do que viria a ser a contracultura. Só uma pessoa grande como Allen pra, no auge da fama e já um senhor idoso, se despir de toda burgueziçe, de todo esteticismo fascista que a publicidade traz, e se expor dessa maneira franca e apesar de tudo delicada, olhem o óculos no chão do canto direito da foto.

Allen e seu namorado Peter Orlovsky, no ano de 1980. Muito linda a foto. Acho que essa coragem toda que ainda havia no início dos anos 80 ( quando eu ainda era um garotão) passou. Hoje só tem boçalidade, frivolidade e um esteticismo quadrado. Mas espero que as novas gerações possam buscar esse sopro de liberdade.
Escrito por pedro Stephan às 10h59
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Tamanho não é documento, ter pau grande não é tudo. Gosto essa foto-ilustração, me deu um baita trabalho cria-la, fui num sex shop, arrumei uns consolos e os fotografei lá mesmo, no chão da loja. Depois fui num açougue e fiz a foto das linguiças. Quando sobrepus as fotos descobri que a palavra "oferta" da liguiça caía bem em cima de um dos consolos. Adorei o resultado.

Tem essa outra versão que fiz com as carnes que ficou mais heavy metal. Na época o editor achou essa muito agressiva e preferiu usar a foto de cima, mas gosto também dela, quando sobrepus as fotos vi que os ferros em cujas carnes ficam penduradas também ficaram parecendo que espetavam a parte de trás os consolos.
Escrito por pedro Stephan às 10h51
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A Silvetty Montilla, uma versão drag do fasto silva, um carisma inacreditável, euzinho vi-a roubar completamente a cena do show do Edson Cordeiro no Hopi, e no dia seguinte, deixar milhares de pessoas completamente hipnotizadas no final da parada, na Praça da República em Sampa.
Escrito por pedro Stephan às 10h41
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Eu gosto de orelhas, fico "nervoso" quando vejo uma orelha masculina bonita.
Escrito por pedro Stephan às 10h36
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A foto é do Ricardo Esteves, a arte sobre o scan do contato é minha.
Jornalista x Fotógrafo
Sou cem por cento jornalista e cem por cento fotógrafo.
No meio jornalístico essas funções são bem divididas e fotojornalista não escreve uma linha sequer. Da mesma maneira nenhum redator se arvora a sair clicando. Mas acho um saco quando sou apresentado á alguém só como jornalista ou só como fotógrafo, como se uma coisa excluísse a outra, sou multimídia, essa é a minha natureza.
Minha base é o vídeo, fui videasta anos atrás e ali não havia essa separação. Eu fazia os roteiros, cortava os textos, editava as imagens, sonorizava etc. trouxe isso dentro de mim, pro jornalismo e pra fotografia.
Faço texto e imagem e sou reconhecido no meu métier. Várias matérias minhas foram furos de reportagem, não só na imprensa gay como na grande imprensa, alguns jornais e revistas inclusive “se inspiraram” em algumas reportagens minhas pra fazer suas próprias matérias.
Da mesma forma sou respeitado como fotógrafo, fiz inúmeras exposições, campanhas institucionais, fotografei pras revistas do exterior etc.
Porém, as fotos me deram visibilidade maior como profissional do que as matérias, especialmente por causa do meu fotolog que estourou, e é uma referencia aqui e no exterior. No fotolog pude associar a imagem ao meu nome, pras pessoas saberem que aquela foto, naquele cartaz ou daquela revista era do Pedro Stephan.
No jornalismo de texto isso não acontece, mesmo depois de editado não posso sair exibindo o texto que fiz exclusivamente para aquela empresa por aí, aquilo é o conteúdo da revista. Já as fotos, depois de devidamente editadas em tal veículo, tenho uma certa liberdade de mostrá-las como parte do meu portfólio.
Além disso, a imprensa nunca me paga pela exclusividade das fotos, nem sequer conforme a tabela do sindicato, e pra ter exclusividade na imagem ou a posse do negativo devem pagar o que eles valem. Mas existe uma ética: se eu fiz um ensaio pra uma revista gay, posso até liberar uma foto, mas só para a grande imprensa, que trabalha com um outro publico.
As pessoas simplesmente não lêem o nome dos jornalistas que escreveram os textos, e só conhecem os colunistas e críticos, pois eles têm seu nome e foto estampado no alto das matérias que escrevem.
Até os profissionais que trabalham em assessoria de imprensa muitas vezes já cansaram de ler minhas matérias aqui e ali, e não pararam pra ver quem as assinava. Só depois que eu falo á respeito me dizem “ah mas eu li aquela matéria e adorei, era sua? ”
Quem lê, em geral são coleguinhas de profissão, que me dão um retorno muito bacana de respeito, de uma maneira sensível e carinhosa.
Queria ir fundo nessa divisão, e mostrar aqui, o que significa para mim esse aparente abismo entre texto e imagem. Como me mobilizam dando uma sensação de totalidade quando estão juntos, mas também de particularidades quando estão separados. E a dificuldade que é para mim muitas vezes dar conta dos dois numa mesma matéria.
Escrito por pedro Stephan às 08h02
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Essa comigo aos 23 anos, quando estuda teatro na Cal, é do Silvio Pozzato, a arte sobre contato é minha.
Texto x Imagem
Escrever é criar uma narrativa dentro da qual existe um pensamento, um PONTO DE VISTA ( texto, assim como a foto, tem ÂNGULO) com síntese, análise, tese, antítese, ponderações, paradoxos, investigações, etc.
Imagem traz vários fatores integrados: em primeiro lugar uma idéia-conceito, que considero ser a base de tudo. A seguir um senso estético pessoal, na composição. Além disso existe o acaso que é absolutamente fundamental em fotografia: o local, dia, e hora, luz, acontecimento e objeto da fotografia.
A intuição e o gesto do fotógrafo, o impulso dele, são importantes na foto. Acredito existirem até em foto de estúdio.
Texto é maturação, reescrita, um exercício intelectual. Eu cresço como ser humano quando escrevo, amadureço, fico mais inteligente quando escrevo. Mas é duro pensar as coisas e traduzir meu pensamento, especialmente quando é uma coisa nova. Ás vezes é um parto escrever, e raramente faço uma matérinha só com quando, onde e porquê, pois posso ir mais fundo.
Já a imagem, se por um lado eu me arrisco a apanhar de seguranças, ter meu equipamento roubado, ser atrapalhado por transeuntes que se metem no set sem serem chamadas, ou ainda ter que aturar produtor que quer dar palpite equivocado no meu trabalho, apesar de tudo isso, fotografar é uma explosão. Você põe para fora algo, num determinado momento bloft, sai para fora.
Escrever é um movimento interior, do pensamento, da reflexão. É claro que pra apurar ou investigar você tem que se virar, correr atrás. Mas depois tem que parar e remontar teu quebra-cabeça dando um sentido à aquilo tudo.
Foto é ação, mesmo que eu não me movimente muito, existe um estado de atenção, de prontidão, no qual se gasta uma energia fabulosa. Depois dos ensaios eu caio duro, só quero comer, tomar banho e dormir.
O texto é o inverso, me excita, me tira o sono, ando pra cima e pra baixo com ele na cabeça enquanto estou preparando uma grande matéria. Ele vai sendo escrito no meu cérebro. Muitas vezes estou no meio da rua e vem uma super frase, uma super conclusão, e tenho que anotar aquilo correndo senão eu perco. Esses flashs ( olha eu de novo usando imagem fotográfica pra expressar texto) são o forte do texto, são luzes que vão aparecer no texto final.
Escrever é gestar, confeccionar.
Imagem como se diz em inglês é “to shot” cair matando, atirar, captar. Tem uma selvageria no ato, tem uma audácia, uma dominação e exercício de poder.
Escrito por pedro Stephan às 08h01
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Fiz essa foto seguindo o mesmo princípio Glauberiano da "idéia na cabeça e camera na mão", esse rosado do modelo é original apenas acentuei no fotoshop, era pra ilustrar um texto do Luis Mott.
Tudo o que um fotógafo não pode no set é não saber o que ele quer, e como quer.
E esse é meu forte EU SEMPRE SEI O QUE EU QUERO, ( porque tenho uma, na verdade muitas, idéias na cabeça, que eu pensei muito antes de sair pra fotografar) sei comandar e dizer exatamente como devem ser as coisas.
E se por alguns momentos eu paro, fico quieto e observo, nunca é por insegurança, é apenas um respirar, uma pausa antes de sair feito um trator. Vou rapidamente inventar algo, vou criar alguma coisa, vou redirecionar o que faço.
Nunca vou esquecer quando fui fazer meu primeiro ensaio de nu pra uma revista, e a locação era uma suíte incrível com teto solar numa termas, a gente iria fazer uma baita produção ali. Mas quando cheguei lá de manhã com toda a equipe, descobri que a tal suíte havia sido usada naquela noite pra uma big orgia e estava toda suja, revirada e cheia de camisinhas gozadas, ééééca.
Não dava pra ficar de braços cruzados (com toda a equipe ali, que se dispersa e se deprime quando não tem o que fazer, e sem uma pessoa comandando com energia), esperando até que arrumassem aquilo.
Tive que inventar imediatamente mil locações, produções, e sair clicando sem deixar a peteca cair. E foi o que eu fiz, na maior facilidade e deu tudo certo. Sabem de onde eu tirei esse jogo de cintura?
Do fotojornalismo! O fotógrafo de estúdio não tem que se virar pra achar um ângulo diferente ou criar uma foto bacana do nada pra ilustrar uma tal matéria. O fotojornalista inventa ali na hora com o que aparece, com o que tiver á mão, com isso ele treina o improviso, o olhar, a percepção, a captação do ângulo, além de muitas vezes ter que se esbofetear com outros fotógrafos pela melhor tomada. E um dia, quando você chega num estúdio com toda uma equipe e recursos, aquilo parece o PARAÍSO!!!!!
Escrito por pedro Stephan às 08h01
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A foto é do meu coleguinha Adalmir Chixaro
Imagem é criatividade, mas é igualmente intuição.
Na imagem, o inconsciente aflora, você fotografa coisas que aparentemente não viu ou não percebeu, e que nem desejou que aparecessem, mas sua psiquê sacou legal, e elas simplesmente BROTAM.
O efeito da imagem é o impacto, ela é rápida, num relance te pega ou não, te emociona ou não, te desperta ou não. Você não precisa ter disponibilidade pra captar a imagem, ela invade, laça o espectador.
Texto precisa de tempo, local e condições para ser apreendido, não da pra ler num lugar que sacode demais, não dá pra ler enquanto você passa ferro, cozinha, transa, dirige etc. Mas a imagem tem esse poder.
Entretanto um texto te convence de algo, ele faz a tua cabeça, te ensina, forma a tua opinião.
A imagem sintetiza e exprime,
A texto explana, discorre, narra.
Um texto justifica através da lógica, de argumentos e da retórica.
Uma imagem prova, pois pode ser um registro do real.
Mas imagem e texto têm em comum: o ponto de vista, o conceito, composição e edição.
Por mais pronta e perfeita que saia uma imagem sempre há uma edição, e o texto que sai ás vezes incrivelmente elaborado da cabeça do jornalista, precisa ser revisado. Os dois sempre são burilados, senão ao menos conferidos.
Além disso sempre preciso de dar uma segunda olhada no produto final, antes de dizer que está pronto. Tanto o texto como a imagem viciam o olhar, e a gente precisa de um tempo, pra voltar a elas e ver se realmente tá definitivo. Mas nem sempre esse tempo existe.
Escrito por pedro Stephan às 08h00
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Minhas auréolas aparecem sem que eu queira. A primeira vez que eu me dei conta disso foi numa brincadeira; fiz essa foto da minha amiga Claudia, (que trabalhava no bar "The Copa") embaixo da luminária da parede, a intenção era essa mesma, a da "cabeça-vulcão".
Mas depois fui brincar com a foto no fotoshop e vejam abaixo o que aflorou. Depois coemçeia reparar que essas auréolas apareciam em outras fotos mas só que sem querer.

Aqui começou a irradiar...

Acabou se tornando quase uma abstração. Isso mexeu comigo, abriu minha cabeça. OOps.
Escrito por pedro Stephan às 07h28
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